O Deus da Idade Média: alguns destaques teológicos a partir de Jacques Le Goff

São os dogmas, as crenças, as práticas que nos interessam, na medida em que definem e deixam entrever a atitude dos homens e das mulheres da Idade Média em relação a Deus (LE GOFF, Jacques. In: O Deus da Idade Média. p. 11).

O objetivo deste artigo é destacar alguns pontos doutrinários que julgo relevantes no livro O Deus da Idade Média: conversas com Jean-Luc Pouthier, do historiador Jacques Le Goff[1]. Escolhi, para efeito de nosso comentário, apenas os conceitos relativos à pessoa do Deus oriental (monoteísmo) e aceitos pelos ocidentais; a questão da trindade; a pessoa de Maria, cujo dogma desenvolve-se (quase) com o aspecto de divindade; os anjos, os santos e as questões dos ícones. A partir da identificação destes pontos, procurei relacioná-los com outras fontes.

1. Deus, o bom Deus, em lugar dos deuses – o monoteísmo medieval

Em conversas com Jean-Luc Pouthier[2], o historiador Jacques Le Goff[3] considera a Idade Média, em se tratando do Cristianismo e seus dogmas, como sendo a Antiguidade tardia. Esta, segundo Le Gogg, “… é o período em que o Deus dos cristãos se torna o Deus único do Império romano. Este Deus é um Deus oriental que consegue se impor no Ocidente.” (LE GOFF: 2010, p. 18). E esta imposição ocorre sem “revoluções” e que pouco a pouco vai produzindo seus efeitos na vida das pessoas na Idade Média.

O Cristianismo, tolerado em 313, pelo imperador romano Constantino, através do Edito de Milão, torna-se religião oficial do império, por Teodósio I, em 391[4]. “Assim se realizam, no decorrer do século IV, a transformação do cristianismo de religião perseguida em religião do Estado e a transformação de um deus (sic.) rejeitado em um Deus oficial. Os homens e as mulheres que vivem na Europa ocidental passam, em poucos decênios, do culto de uma multiplicidade de deuses a um Deus único.” (IDEM: p. 19,20). E é sobre a trajetória do cristianismo e a diversas criações ou adaptações de seus dogmas no mundo medieval ocidental que pretendemos destacar.

Le Goff usa como ponto de partida a cultura greco-romana, isto é, a Antiguidade Clássica, na qual havia uma tendência a considerar os seus diferentes deuses como uma espécie de “… pessoa coletiva, que era deus” (p. 20), e que com a chegada do Cristianismo, houve uma transição do deus (com ”d” minúsculo) para o Deus (com “D” maiúsculo) e a consequente adaptação ao monoteísmo judaico-cristão. Mas, observa-se também, certo desvio de tratamento ou confusão que surgem, principalmente com a “conversão” dos bárbaros. Clóvis, primeiro rei franco, por exemplo, aceita o Deus cristão e, por questão de hierarquia, seus súditos também seguem o Deus do seu chefe. Desta forma, o “… Deus é o Deus do senhor, com uma espécie de superposição dos dois níveis de dominação: dominus, com d pequeno, designa o senhor terrestre, e, com D grande, o Deus que em geral é chamado de Senhor, na Idade Média”. (Idem: p. 22).

Como Deus é espiritual e “invisível”, como representá-lo? Embora na Idade Média, Deus é representado nas figuras da majestade real, quero destacar outro símbolo que marcou a ideia de Deus, por muito tempo, ou seja, “… um símbolo, e não uma figura humana completa, que por longo tempo representou Deus Pai. É a imagem da mão que sai das nuvens. Essa mão define a um só tempo a natureza e a função reconhecida do Deus feudal. É uma função de comando, trata-se da mão que ordena…” (Idem: p. 71).

A obra de Michelangelo convencionou a imagem divina para muitos cristãos

Em sua origem, e como continuidade da crença judaica, os cristãos não se preocupavam em criar uma figura para Deus. Na verdade, os discípulos primitivos, a exemplo de Paulo, afirmavam que Jesus Cristo “… é a imagem do Deus invisível…” (Colossenses 1.15). Mas na Idade Média, como afirma Le Goff, a figura de Deus parece ser uma necessidade do povo. Desta forma, vários artistas tentaram fazer esta representação. O principal deles foi o genial pintor italiano Michelangelo. Em sua obra A criação de Adão[5], já no século XVI, ele procura apresentar Deus com as características (descritas e escritas) do Antigo Testamento, isto é, como a uma figura de uma imagem masculina, senil (velho), o “ancião de dias” (Daniel 7.9) ou “o antigo de dias”.

2. Trindade: Deus único, mas também trino

O monoteísmo – a ideia ou crença no único Deus – é real e uma prática do Cristianismo, desde o seu início, mas aos poucos as interpretações acerca do Deus único que também é trino – o Pai, o Filho e o Espírito Santo –, vão sendo motivos de preocupações para a igreja cristã. No primeiro Concílio de Niceia, realizado em 325, por exemplo, as ideias de Ário, um sacerdote alexandrino, motivaram aquela reunião, tendo em vista sua negativa em relação à pessoa de Jesus como Deus. Ário “… sustentava que Jesus tinha apenas uma natureza humana.” (p. 14). Na verdade,

Ario (sic) considerava Cristo como ‘ser intermediário’, menos do que Deus e mais do que homem. Também dizia ser Cristo criatura, tendo sido criado ou no tempo ou antes do tempo. Ario, portanto, negava a preexistência do Filho em toda a eternidade, e lhe conferia atributos divinos apenas em sentido honorífico, baseado na graça especial que Cristo recebera e a justiça que manifestou (…) ‘Quando Deus decidiu criar-nos, produziu, em primeiro lugar, alguém que denominou Logos e Sabedoria e Filho, e nós fomos criados por meio dele’ (BENGT: 2003, p. 63).

Trindade - LE GOFF

Ário foi condenado por heresia, mas suas ideias continuaram sendo causa de muitas preocupações nos séculos VI e VII. No mesmo concílio (Niceia), ficou definida a forma trinitariana de outro pregador, a de Atanásio: Pai, Filho e Espírito Santo. Foi Atanásio quem “… pela primeira vez, desenvolveu o pensamento que o Espírito Santo é da mesma essência do Pai e do Filho. Esta foi uma de suas maiores e mais originais contribuições à teologia” (Idem, pp. 70,71). Portanto, uma fórmula doutrinária, a trinitariana, tornou-se parte dos dogmas da Igreja Cristã, desde o século IV.

Na imagem, A trindade, de Amiens, século XV. (In: LE GOFF, Op. Cit., p. 63).

3. Maria: mãe de Jesus ou/e também mãe de Deus?

O dogma de que Maria pode ser chamada, ao mesmo tempo, mãe de Jesus ou mãe de Cristo (Deus) é fruto destas preocupações que perpassam os séculos VI e VII de que fala Le Goff, e continuam até hoje nos debates teológicos entre protestantes e católicos, menos entre estes últimos e ortodoxos. Ainda no século V, duas escolas teológicas, a de Antioquia e a de Alexandria disputavam entre si pelo domínio eclesiástico (e teológico) do Oriente. De Alexandria, destaca-se a figura do patriarca Cirilo, e de Antioquia, a figura do patriarca Nestório.  Este, “… patriarca de Constantinopla no início do século V, acreditava (…) na separação das duas naturezas do Cristo: a natureza divina e a natureza humana. Para ele, a Virgem Maria poderia ser chamada ‘Mãe de Cristo’, mas não a ‘Mãe de Deus’” (Idem, p. 35), o que para os protestantes de forma geral já constitui um erro. Mesmo assim, a posição de Nestório, pelo fato de defender uma “falsa cristologia” (natureza humana de Jesus separada da divina), foi condenada no Primeiro Concílio de Éfeso, em 431. Juntamente com ele, também foram condenados todos os seus seguidores, os chamados nestorianos, que a partir daí, “…organizaram sua própria igreja na Pérsia, e se propagaram por toda a Ásia” (HÄGLUND, 2003, p. 79). Neste Concilio, convocado pelo imperador Teodósio II, prevaleceu a posição de Cirilo, ou seja, o ponto de vista que defendia Maria como theotókos  (mãe de Deus), ao contrário do xristotókos (mãe de Cristo), embora o elemento divino não se encontrava na natureza humana de Jesus.

Bem, o fato desta discussão sobre Maria ter sido muito forte na época e de a posição de Cirilo triunfar, é porque o theotókos respondia bem os anseios daquilo que no capítulo 2 de seu livro, Le Goff destaca, isto é, a pessoa de Maria como uma das duas maiores figuras, juntamente com o Espírito Santo, que serão conhecidas na Idade Média. Com base na posição de Cirilo, de que havia em Cristo a “união” física de Deus e homem, então

Cristo, que nasceu de Maria, deve ser chamado Deus, e Maria deve ser denominada ‘a mãe de Deus’. Esta conclusão harmonizava-se com a adoração à Maria que estava crescendo naquela época. Outros fatores contribuíram para o mesmo desenvolvimento. Dizia-se [ou se diz ainda hoje], por exemplo, que Maria não fora contaminada pela mácula do pecado original; também se afirmava que permanecera virgem durante toda sua vida (HÄGLUND, 2003, p. 80).

A teologia mariana, no dizer de Le Goff, tem sua origem ligada ao fato de que a Virgem, ao lado do Bom Deus, “com seu manto protetor”, serve de amparo aos homens e mulheres sofredores. Aos poucos, a promoção da Virgem leva-a ao status de divindade. Ela se “… desprendeu de sua natureza feminina para adquirir esse status divino que era difícil encontrar em um ser feminino (…). O tema da mãe de Deus (Theo-tókos) por muito tempo essencial em Bizâncio, desenvolveu-se no Ocidente. (pp. 58 e 59). Também nessa linha de raciocínio, o professor Israel Batista destaca o início do Culto Mariano por ocasião da conversão de Clóvis, rei dos francos, ao Cristianismo, em 496. “Os francos acreditavam em divindades femininas. O Cristianismo trazia divindades masculinas. [Por isto] é nesta época que a Igreja Católica cria o Culto Mariano, que é a veneração pela Mãe de Cristo. Era uma forma de tornar a religião cristã mais acessível aos francos[6].

Le Goff destaca a relação muito forte entre Maria e o Espírito Santo. Citando François Boespflug, ele afirma que “… no fim da Idade Média, de um Deus binário ou trinitário mergulhado no sofrimento com um Deus trinitário ou mesmo quaternário exaltado na glória, marca a concordância entre as duas imagens dominantes do deus medieval, a do Deus sofredor e a do Deus como majestade” (In, LE GOFF, p. 55). E a Pietá [7] (Piedade), de Michelangelo, escultura feita em 1499, apresenta a Virgem segurando seu Filho sofredor nos joelhos.

Na Idade Média, “… a promoção da Virgem quase como quarta pessoa da Trindade foi sancionada pela promoção da Ave Maria[8].” (LE GOOF, Op. Cit., p. 99). Mas esse assunto merece um estudo à parte[9], tendo em vista sua complexidade, sobretudo pelos vários títulos que são dados à Maria, pela Igreja Católica através da história.

4. Santos, anjos, iconografia: um monoteísmo flexível

Como já vimos acima, O Deus da Idade Média é também conhecido como o Bom Deus. Mas no entendimento do homem medieval, este Bom Deus suscita heróis em lugar dos heróis pagãos, e estes heróis tornam-se santos, depois da morte, e como a morte é uma condição privilegiada para o crente sofredor, a ideia de sofrer e morrer martirizado passa a ser desejada pelos fiéis, uma vez que “… a santidade cria uma união estreita entre mártir e santo” (p. 30).

O Cristianismo, religião continuadora do Judaísmo, embora pregue o dogma da Trindade, não deixa de ser monoteísta. Mas na Europa Ocidental, por exemplo, onde homens e mulheres eram acostumados a se “… rodear de personagens [seres] sobrenaturais, para não dizer divinas” (LE GOFF, p. 28), estas pessoas têm dificuldade de entender este monoteísmo que lhes é apresentado. Os santos, portanto, são estes “… cristãos muito especiais (…), intermediários entre Deus e os simples fiéis. Os santos a que Peter Brown chamou magnificamente de ‘mortos privilegiados’ (…) Assim se constitui, com os santos, com os bons demônios transformados em anjos, essa multiplicidade de lugares que materializam, no mundo medieval, a onipresença de Deus” (Idem: pp. 30 e 31).

A presença de anjos e santos na Idade Média não exclui o monoteísmo, embora paradoxal, pois eles não estão no mesmo espaço e nível de Deus. Além dos santos, os anjos também estão onde homens e mulheres estão. Há até o “anjo da guarda”, um anjo especial “… ligado por Deus a cada ser humano, e encarregado de impedir que ele seja agredido pelo diabo ou que sucumba ao pecado” (Idem: p. 32).

Destacando a sociedade medieval, o próprio Deus, segundo Le Goff, é frequentemente representado sob uma aparência real, pelos cristãos, e através de imagem, um comportamento bastante diferente dos judeus e muçulmanos que eram “anicônicos’, isto é, recusam imagens e condenam uma representação de Deus. Mas o Deus cristão, continua Le Goff, pode ser representado. Até o próprio Carlos Magno, principal rei (imperador) franco, no II Concílio de Niceia, em 787, aceitou “… as imagens no cristianismo latino, mantendo-se a igual distância de duas situações externas, a de uma destruição das imagens, iconoclastia, e, ao contrário, a de uma adoração, de um culto de imagens, iconodulia. Para os cristãos latinos, romanos, as imagens são um instrumento de devoção, de homenagem a Deus” (Idem: p. 70).

Embora Le Goff utilize o termo iconodulia, no sentido de “submissão” e não de “adoração” às imagens, não há como negar a confusão e o precedente que estas ações doutrinárias (ou dogmas) trouxeram para a sociedade feudal, sobretudo com a fusão dos costumes francos. Aliás, a partir da “cristianização” dos francos, o Professor Dr. Fábio Pestana Ramos nos dá conta de que os francos cooperaram para modificar e criar um projeto de construção da cristandade na Idade Média. Assim, com a “cristianização” dos francos, muitas

divindades pagãs foram transformadas em santos e mártires cristãos para conciliar os cultos locais à liturgia católica. Garantidos pela Igreja, tendo a recompensa do paraíso nos céus, na terra, os santos se tornaram objeto de veneração e até de culto, conduzindo a uma característica peculiarmente feudal. O culto das relíquias sagradas e as peregrinações aos lugares santos surgiram por esta altura, até então não era uma prática bem vista entre cristãos. O que, posteriormente, faria a alegria dos clérigos a venderem falsas relíquias e indulgências, aumentando seu poder perante os fiéis (Ramos: 2010).

No decorrer da Idade Média, houve uma “multiplicação desenfreada das relíquias, produtoras de fervor e de riqueza” (LE GOFF, p. 104), além de gerar severas críticas à Igreja na época, e continua até nossos dias, com discussões intermináveis entre católicos e protestantes.

Num de seus artigos, Hilário Franco Júnior, afirma que somos todos da Idade Média, deixando claro o fato de que embora não demos conta, “… mas muitos hábitos, conceitos e objetos tão presentes no nosso dia-a-dia, inclusive o próprio idioma que falamos, vêm daquela época.”[10]. Mas, se o Cristianismo passou por reformas, sobretudo a Reforma Protestante do século XVI, estes aspectos religiosos que vimos acima, alguns dos quais deveriam, a meu ver, ser mudados, na Igreja Católica isto não ocorreu. Neste caso, para os católicos, principalmente, a expressão de Franco Jr “somos todos da idade Média”, continua ainda coerente com sua postura dogmática.

Portanto, concluindo este artigo, quero destacar apenas que aquilo que Le Goff afirma sobre os dogmas, as crenças dos homens e das mulheres da Idade Média continuam sendo uma discussão sem fim entre os cristãos ainda hoje, no século XXI.

 

Referências bibliográficas

  • BENGT, Hägglund. História da Teologia. Porto Alegre: Concórdia, 2003.
  • LE GOFF, J. O Deus da Idade Média: conversas com Jean-Luc Pouthier. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010.. pp. 9 a 13).
  • OLIVEIRA, Jorge Gabriel Rodrigues de. O Deus da Idade Média: resenha. Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro – Revista Signum, 2012, Vol. 13, nº 2. Disponível em: <file:///C:/Users/Sr%20Alcides/Downloads/74-206-1-PB.pdf>. Acesso em 29/06/2016.
  • RAMOS, Fábio Pestana. Os francos modificaram o cristianismo da antiguidade, criando um projeto de construção da cristandade na Idade Média. Publicação on-line, 2010. Disponível em: http://fabiopestanaramos.blogspot.com.br/2010/08/os-francos-modificaram-o-cristianismo.html. Acesso em 29/09/2016.
  • SOUSA, Raner. O Deus de Michelangelo. Disponível em: <http://historiadomundo.uol.com.br/idade-moderna/o-deus-de-michelangelo.htm>. Acesso em 05/10/2016.

 

Notas

  • [1] LE GOFF, J. O Deus da Idade Média: conversas com Jean-Luc Pouthier. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010.. pp. 9 a 13).
  • [2] POUTHIER, Jean-Luc é graduado “… de Línguas Orientais (árabe), Sciences Po Paris e Jornalistas Centro de Formação, ex-membro da Escola Francesa de Roma, Doutor em História. Jornalista e professor, foi Conselheiro Cultural da Embaixada da França junto à Santa Sé. Professor no Instituto Católico de Paris (ICP), membro da comissão editorial da revista Estudos…”. Disponível em: <http://www.centresevres.com/enseignant/pouthier-jean-luc/>. Acesso em 30/08/2016.
  • [3] LE GOFF, Jacques “foi um historiador francês especialista em Idade Média. Autor de dezenas de livros e trabalhos, era membro da Escola dos Annales, empregou-se em antropologia histórica do ocidente medieval”. Nasceu em Toulon, França, em 1924 e faleceu em Paris, França em 2014. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Jacques_Le_Goff>. Acesso em 30/08/2016.
  • [4] O Cristianismo tornou-se religião oficial no ano de 392 ou 391? Embora Le Goff afirme “… que em 392, Teodósio faz do cristianismo a religião do Estado” (p. 19), nos livros didáticos (de História) e teológicos a afirmação é que isto ocorreu em 391. Podemos supor, no entanto, que a oficialidade do Cristianismo seja diferente do tornar-se “religião do Estado” referido por Le Goff.
  • [5] SOUSA, Raner. O Deus de Michelangelo. Disponível em: <http://historiadomundo.uol.com.br/idade-moderna/o-deus-de-michelangelo.htm>. Acesso em 05/10/2016.
  • [6] BATISTA, Israel. Império Carolíngio. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=C3gz8tm-BBs>. Acesso em: 26/09/2016.
  • [7] Pietà, de Michelangelo, imagem disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Piet%C3%A0_(Michelangelo)>. Acesso em 30/09/2016.
  • [8]A fórmula atual da Ave Maria, que se difundiu lentamente, foi divulgada no breviário publicado em 1568, por ordem do papa Pio V”. Informações disponíveis em: <http://www.a12.com/santuario-nacional/formacao/detalhes/como-surgiu-a-oracao-da-ave-maria>. Acesso e: 29/09/2016.
  • [9] Merece destaque, por exemplo, o artigo Maria (mãe de Jesus). In:<https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_(m%C3%A3e_de_Jesus)#T.C3.ADtulos>. Acesso em: 26/09/2016.
  • [10] FRANCO Jr, Hilário. Somos todos da Idade Média. Disponível  em:<https://reflexoesdehistoria.wordpress.com/2011/01/31/somos-todos-da-idade-media-por-hilario-franco-junior/>. Acesso em 05/10/2016
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