A Igreja Cristã: sua origem, natureza e propósito

“Em verdade, em verdade vos digo: o que não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, esse é ladrão e salteador. Aquele, porém, que entra pela porta, esse é o pastor das ovelhas. Para este o porteiro abre, as ovelhas ouvem a sua voz, ele chama pelo nome as suas próprias ovelhas e as conduz para fora. Depois de fazer sair todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz; mas de modo nenhum seguirão o estranho; antes, fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos” (Jo 10.1-5). [1]

No Novo Testamento (NT)[2] “igreja” traduz a palavra grega ekklesia (Εκκλησία). No grego secular, ekklesia designava uma assembleia pública, e este significado ainda foi mantido no NT. Veja o uso da palavra assembleia em Atos 19: (Uns, pois, gritavam de uma forma; outros, de outra; porque a assembleia caíra em confusão. E, na sua maior parte, nem sabiam por que motivo estavam reunidos, v. 32)[3], (Mas, se alguma outra coisa pleiteais, será decidida em assembleia regular, v. 39), (E, havendo dito isto, dissolveu a assembleia, v. 41)

No Antigo Testamento (AT) a palavra qahal designa a assembleia do povo de Deus. Veja, por exemplo, Deuteronômio 23.2-3 (Nenhum bastardo entrará na assembleia do Senhor; nem ainda a sua décima geração entrará nela. Nenhum amonita ou moabita entrará na assembleia do Senhor; nem ainda a sua décima geração), e a versão Septuaginta (LXX), a tradução grega do AT, traduziu esta palavra por ekklesia e synagoge, igualmente. Até mesmo no NT, ekklesia pode significar a assembleia dos israelitas (É este Moisés quem esteve na congregação no deserto, com o anjo que lhe falava no monte Sinai e com os nossos pais; o qual recebeu palavras vivas para no-las transmitir, At 7.38); (… A meus irmãos declararei o teu nome, cantar-te-ei louvores no meio da congregação, Hb 2.12); mas, à parte destas exceções, a palavra ekklesia no NT designa a igreja cristã, tanto local (E se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano, Mt 18.17); (E passou pela Síria e Cicília, confirmando as igrejas, At 15.41) etc… quanto universal (Também eu te digo que tu é Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela, Mt 16.18); (Atendei por vos e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue, At 20.28) etc.

Sua origem

Segundo Mateus, o único evangelho que emprega a palavra “igreja”, sua origem remonta ao próprio Jesus (Mt 16.18). Surgem, no entanto, (segundo opiniões de eruditos liberais…), problemas históricos no tocante a esta passagem, porque somente em Mt 16.18 e 18.17 Jesus emprega a palavra “igreja”, e não existem boas razões para Marcos ter omitido as palavras de Mt 16.17-19 se foram proferidas por Jesus. Além disso, se Jesus esperava que Deus estabelecesse o Seu reino em breve (Dizia-lhes ainda: Em verdade vos afirmo que, dos que aqui se encontram, alguns há que, de maneira nenhuma, passarão pela morte até que vejam ter chegado com poder o reino de Deus, Mc 9.1); (Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça, Mc 13.30), logo, não teria previsto a necessidade de instituir uma igreja com regulamentos sobre ligar e desligar, isto é, decidir quais ações seriam permissíveis ou não, segundo os ensinos de Jesus. É bem provável que Mt 16.18-19 seja a declaração da independência da igreja síria ao se separar da sinagoga, e é possível que derive daquela comunidade antiga que se identificava com Pedro.

Portanto, surge a pergunta: Jesus teve a intenção de estabelecer a igreja? A resposta a esta pergunta deve basear-se, não nas declarações do dogma eclesiástico, mas na interpretação cuidadosa dos escritos do NT. Aqui, nossas conclusões serão afetadas pelo grau ao qual atribuímos várias declarações de Jesus ao próprio Jesus ou à igreja após a ressurreição, e pela nossa interpretação de termos tais como “Filho do homem” e de parábolas como a da rede de pesca, do fermento, e das sementes que cresciam (Mt 13.47-50; 13.33; Mc 4.1-20). O estudo dos evangelhos, feito pela alta crítica, revela que Jesus provavelmente não deu ensinamentos visando o propósito de estabelecer e ordenar a igreja. Pelo contrário, toda Sua vida e Seu ensino fornecem o alicerce sobre qual a igreja foi criada e chamada a existir, mediante a sua fé no Senhor ressurreto.

Sua natureza

No decurso da maior parte de sua história, a natureza da igreja tem sido definida por cristãos divididos que procuram estabelecer a validez da sua própria existência. Os donatistas no norte da África, nos primeiros séculos, focalizavam a pureza da Igreja e alegavam ser a única igreja que estava à altura do padrão bíblico. Na Idade Média, várias seitas definiram a igreja de modos a poderem alegar que a igreja verdadeira eram eles, e não a Igreja Católica Romana. Os arnoldistas enfatizavam a pobreza e a identificação com as massas; os valdenses ressaltavam a obediência literal aos ensinos de Jesus e acentuavam a pregação evangélica. Os católicos romanos alegavam que a única igreja verdadeira era aquela sobre a qual o papa era supremo como sucessor do apostolo Pedro. Os reformadores Martinho Lutero e João Calvino, seguindo João Wycliffe, faziam uma distinção entre a igreja visível e a invisível, declarando que a igreja invisível consiste somente dos eleitos. Sendo assim, um indivíduo, incluindo o papa, pode fazer parte da igreja visível, mas não da igreja invisível e verdadeira.

Para sermos leais ao testemunho do NT, deve ser reconhecido que há entre uma multiplicidade de figuras e conceitos que contribuem para uma compreensão da natureza da igreja. Paul Minear alista noventa e seis figuras de linguagem que classifica como (1) figuras secundárias, (2) o povo de Deus, (3) a nova criação, (4) a comunhão da fé e (5) o corpo de Cristo. Alistar somente algumas demonstrará a grande diversidade das figuras de linguagem: o sal da terra, uma carta de Cristo, os ramos da videira, a senhora eleita, exilados, embaixadores, uma raça escolhida, o templo sagrado, o sacerdócio, a nova criação, lutadores contra Satanás, escravos santificados, amigos e filhos de Deus, a família de Deus, membros de Cristo, o corpo espiritual.

Embora exista semelhante superabundância de figurar de linguagem, não deixa de ser possível e útil descobrir os principais conceitos que formam um elo entre estas muitas figuras. Desde o Concílio de Constantinopla em 381, com reafirmações em Éfeso (431) e Calcedônia (451), a igreja tem afirmado ser “uma, católica, e apostólica”.

  • A Igreja é Una.

Segundo a World Christian Encyclopedia (“Enciclopédia Cristã Mundial” – 1982), havia, segundo estimativas, 1.900 denominações eclesiásticas no começo do século XX. Hoje, a estimativa chega a 22.000. Tais cifras não refutam efetivamente a firmação teológica de que a igreja é una? A resposta deve ser “não”.

Em primeiro lugar, o testemunho do NT é claro no tocante a unidade da igreja. Em 1Co 1.10-30, Paulo adverte contra divisões na igreja e conclama os membros a serem unidos em Cristo. Nesta mesma epistola (cap. 12), declara que, embora haja muitos dons, há um só corpo (cf. Rm 12.3-8). O Evangelho Segundo Joao fala de um só Pastor e um só rebanho (10.16), e Jesus ora para que Seus seguidores sejam um, assim como o Pai e o Filho são um (17.20-26). Em Gl 3.27-28, Paulo declara que em Cristo todos são um, sem distinção de raça, condição social ou sexo. At 2.42 e 4.32 também dão testemunho da unidade da igreja. Talvez a passagem mais emocionante sobre esta questão seja Ef 4.1-6: “Há somente um corpo e um Espírito, como tambem fostes chamados numa só esperança da vossa vocação; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos” (vv. 4-6).

A união, no entanto, não exige uniformidade. De fato, desde o princípio a igreja se tem manifestado em muitas igrejas locais (em Jerusalém, em Antioquia, em Corinto, em Éfeso etc.); e a única Igreja do NT não tinha uniformidade de culto nem de estruturas, nem sequer teologia uniforme. É certo que o movimento ecumênico que surgiu neste século, tendo como origem o movimento missionário do século XIX, tem desafiado a igreja hoje a reconhecer que “a união é a vontade de Deus” (Conferência de Fé e Ordem, Lausanne, 1927). O desafio para os cristãos hoje é vivermos em união sem insistirmos em que nossa adoração, estrutura e teologia sejam mais uniformes do que as da igreja do NT. A união é possível quando cessamos de pensar em nossa igreja ou denominação como a videira, da qual todas as outras são os ramos. Pelo contrário, Jesus é videira e todos nós somos os ramos.

  • A Igreja é Santa:

De conformidade com 1Coríntios, os cristãos ali eram culpados de incesto (5.1), de processarem uns aos outros diante dos tribunais pagãos (6.6), de se defraudarem mutuamente (6.8), de terem relações sexuais com prostitutas (6.16). Em Roma, os cristãos fracos estavam julgando os cristãos fortes, e estes desprezavam aqueles (Rm 14.10). Tal é o testemunho parcial do NT no tocante à realidade do pecado na igreja, mas, afinal de contas, dificilmente precisaríamos nos afastar da igreja do século XX (agora, século XXI) para verificar esta realidade. A presença do pecado não refuta a asseveração teológica de que a igreja é santa? Mais uma vez, a resposta é “não”.

Várias soluções têm sido propostas na História da Igreja para harmonizar o fato de que a igreja santa é uma igreja pecaminosa. Os donatistas, bem como os gnósticos, novacionistas, montanistas, cátaros e outras seitas solucionaram o problema alegando que somente elas eram santas, ao passo que os demais grupos não eram realmente membros da Igreja. Mas 1João 1.8 nos faz lembrar que a igreja que não tem nenhum pecado a confessar simplesmente não existe. Outros têm alegado que os membros são pecaminosos mas que a igreja é santa. Mas a igreja não existe de modo abstrato; são as pessoas pecaminosas que formam a igreja. Os gnósticos alegavam que o corpo era pecaminoso ao passo que a alma era santa. Mas a antropologia bíblica declara que o ser humano total, inteiro, é pecaminoso.

A solução acha-se em termos consciência do que significa a palavra “santo” na Bíblia. Ser santo é estar separado daquilo que é profano e estar dedicado ao serviço de Deus. Não significa que o cristão está livre do pecado. O apostolo Paulo disse a respeito de si mesmo: “Não que eu o tenha já obtido, ou tenha já recebido a perfeição” (Fp 3.12ª), e nas saudações aos cristãos em Corinto ele os chama de “santificados” e “santos”. Os cristãos são santos no sentido de terem sido separados para o serviço de Deus e consagrados por Ele (Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade”, 2 Ts 2.13); (Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade”, Cl 3.12), etc.

  • A Igreja é Católica:

A palavra “católico” deriva do latim, catholicus que, por sua vez, deriva do grego Katholikos, que significa “universal”. Embora a palavra não seja usada no NT para descrever a igreja, o conceito que ela expressa é bíblico. Inácio de Antioquia escreveu, no início do século II: “Onde estiver o bispo, ali deve estar o seu povo, assim como onde está Jesus Cristo, ali está a Igreja Católica” (Esmirna 8.2). Somente a partir do século III “católico” passou a ser usado num sentido polêmico para referir-se àqueles que eram cristãos “ortodoxos”, em contraste com os cismáticos e hereges. Falar da catolicidade da igreja, portanto, é referir-se à igreja inteira, que é universal e tem uma identidade comum de origem, de senhorio e de propósito.

Embora a igreja local seja uma igreja inteira, não é a única igreja inteira. Sendo católica, a igreja inclui crentes de gerações passadas e crentes de todas as culturas e sociedades. É lastimável que a igreja no mundo ocidental já tenha formulado, durante um período de tempo longo demais, a teologia e a estratégia missionária em isolamento das igrejas da África, da Ásia e da América Latina, das igrejas de dois terços do mundo. A World Christian Encyclopedia (“Enciclopédia Cristã Universal”) demonstra [final dos anos 80] que os brancos agora representam 47,4 por cento da população cristã do mundo, sendo esta a primeira vez, em 1.200 anos, que os brancos não são a maioria. 208 milhões de cristãos falam espanhol, 196 milhões falam inglês, 128 milhões falam português e, em ordem decrescente, alemão, francês, italiano, russo, polonês, ucraniano e holandês.

  • A Igreja é Apostólica:

Efésios 2.20 declara que a igreja está “edificada sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular”. Apóstolos são aqueles que foram testemunhas oculares do ministério de Jesus, e profetas são os profetas cristãos que eram porta-vozes do Jesus ressurreto. Durante os séculos anteriores, os cristãos têm tomado por certo que os manuscritos do NT foram escritos pelos apóstolos ou por alguém que estava estreitamente associado com eles. Muitos estudiosos da alta crítica questionam a autoria apostólica dos quatro evangelhos, de Atos, Tiago, 1 e 2 Pedro, Judas e Apocalipse, e ainda questionam ou rejeitam a autoria paulina de Efésios, Colossenses, 1 e 2 Timóteo, Tito e Hebreus. A verdade é, porém, que independentemente de quem escreveu estes evangelhos e epístolas, a igreja canonizou estes escritos e os aceitou como normativos para a fé e a prática. A mensagem destes documentos, portanto, é a norma mediante a qual a vida da Igreja deve ser pautada; e a Igreja pode ser una, santa e católica somente se for uma igreja apostólica.

Declarar que a igreja é apostólica não é afirmar que existe uma linha direta de sucessão através de indivíduos específicos. É reconhecer que a mensagem e a missão dos apóstolos, conforme são mediadas através das Escrituras, devem ser as de toda a igreja.

Os adjetivos “una, santa, católica, apostólica” são termos suficientemente específicos para descrever a natureza essencial da igreja e ainda levar em conta as diferenças entre as denominações e igrejas, vistas nas maneiras de cada uma cumprir a missão e o ministério da Igreja no mundo. Conforme foi mencionado acima, o NT emprega quase cem figuras de linguagem que dizem respeito à Igreja. Uma figura de linguagem importante, o Corpo de Cristo, é especialmente rica naquilo que transmite a respeito da natureza da igreja.

  • O Corpo de Cristo:

Entre os escritores do NT, somente Paulo emprega este termo. É importante o fato de que ele fala da Igreja como o Corpo de Cristo, mas nunca como um corpo (ou grupo) de cristãos. Os estudiosos debatem entre si quão literalmente Paulo pretendia que esta frase fosse entendida. Podemos dizer com segurança que, embora a figura talvez possa ser entendida em certo sentido literal, nunca se pode atribuir a ela uma literalidade completa.

Os cristãos são um só corpo em Cristo, com muitos membros (Porque assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros, Rm 12.4-5); (Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo” 1Co 12.27). Na realidade, a Igreja é o Corpo de Cristo (Ef 1.22-23; 4.12), e Ele é a Cabeça do Corpo (Ef 5.23; Cl 1.18) e o corpo depende da cabeça para sua vida e crescimento (Cl 2.19). A Igreja nunca é diretamente chamada a Noiva de Cristo, mas entende-se que ela é a Noiva, mediante a analogia de Paulo em que o relacionamento entre marido e mulher é declarado semelhante ao de Cristo e a Igreja (Ef 5.22-23). O marido e a mulher devem ser uma só carne, e a situação é a mesma quanto a Cristo e a Igreja (Ef 5.31-32).

Mediante esta figura de linguagem, vários conceitos teológicos importantes são expressos no tocante à Igreja. Os cristãos formam uma união com Cristo e uns com os outros, e Cristo é reconhecido tanto como a autoridade que é posta sobre a Igreja quanto como Aquele que lhe dá vida e crescimento. Além disso, esta figura de linguagem é uma afirmação marcante a respeito da necessidade e da apreciação dos diversos dons que Deus dá à Igreja.

Seu proposito

Deus chamou a Igreja a partir do mundo, visando um propósito. Ele pretendia que Sua criação tivesse comunhão com Ele. Quando foi rompida tal comunhão, Deus chamou o povo de Israel para ser “luz para os gentios” (Is 42.5-8); mas quando Israel fracassou, Deus chamou um remanescente (Is 10.20-22). Na plenitude do tempo, o próprio Deus entrou totalmente na História humana no nascimento de Jesus Cristo, a quem Simeão, no templo, chamou de “luz para revelação aos gentios, e para glória do teu povo de Israel” (Lc 2.32). Jesus passou, então, a chamar os doze discípulos, como símbolos do novo Israel dos tempos do fim, que Ele estava criando (Mt 19.28). estes doze formaram o núcleo do novo povo de Deus, a Igreja, que, como Israel na antiguidade, tem sido chamado a existir, a fim de ser o meio através do qual toda a humanidade é restaurada à comunhão com seu Criador (At 1.8; Mt 28.18-20).

A Igreja tem um duplo propósito; deve ser um sacerdócio santo (1Pe 2.5) e deve “proclamar as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1Pe 2.9). A Igreja inteira deve exercer as tarefas do sacerdócio em relação ao mundo. Como sacerdócio, a Igreja tem confiada a si a responsabilidade de levar a Palavra de Deus à humanidade e de interceder junto a Deus em favor dos homens.

Além da função sacerdotal, a Igreja também tem uma função missionária de declarar os atos maravilhosos de Deus. A tarefa missionária da Igreja não é opcional, porque, pela sua própria natureza, a Igreja é missão. Além disso, a missão está no mundo e é para o mundo, e não em si mesma e para si.

Notas / Referências:

  • [1] Texto e imagem disponíveis em: <http://vivemospelafe.blogspot.com.br/2011/03/somente-ovelha-doente-segue-um-estranho.html>. Acesso em 30/08/2017.
  • [2] Texto básico adaptado de: A Igreja. HARM, F.R. In: ELWELL, Walter. A. (Editor). Enciclopédia Histórico-Teológica da Igreja Cristã, Vol. II. São Paulo. Vida Nova, 1990, p. 286 a 290.
  • [3]  As referências utilizadas neste POST são da versão Almeida, Revista e Atualizada (ARA).
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Uma resposta a A Igreja Cristã: sua origem, natureza e propósito

  1. Cícera Amorim disse:

    Feliz é aquele que reconhece a voz do verdadeiro Pastor.

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