A era dos conquistadores (XII): em direção ao nascer do Sol

In:

GONZÁLEZ, Justo L. E até aos confins da Terra: uma história ilustrada do Cristianismo: a era dos conquistadores – Vol. 7. São Paulo: Vida Nova, 1995, pág. 184 a 196.

“Não foi pequeno o mérito que adquiriram na China os padres, e por conseguinte a religião cristã, pelos muitos livros de nossa ciência e das leis dos nossos reinos … A isto acresça-se que os padres sempre tinham em sua casa um bom mestre de literatura chinesa, e que trabalhavam dia e noite estudando essa literatura.” (Matteo Ricci)

Quando, no início dos descobrimentos de Colombo, o papa repartiu o mundo não cristão entre a Espanha e Portugal, a este último coube não só a África, que já vinha sendo explorada desde há muito tempo, mas também todo o Oriente, que era o objetivo para o qual se tinha dirigido boa parte da exploração da costa africana. Com o regresso de Vasco da Gama, a coroa portuguesa empreendeu a tarefa de colonizar os imensos e riquíssimos territórios que, segundo o papado, lhe correspondiam. Porém, logo ficou claro que a pequena nação ibérica, com uma população de aproximadamente um milhão de habitantes, nunca poderia apoderar-se da Índia, Japão ou China. Visto que, por outro lado, nesses países abundavam produtos de alto preço na Europa, tais como a seda e as especiarias, logo se decidiu seguir uma política, não de conquista, mas de comércio.

Porém tal negócio seria muito mais lucrativo se os portugueses conseguissem monopolizá-lo. Para isso era necessário estabelecer toda uma rede de postos comerciais, marítimos e militares que ao mesmo tempo em que lhes permitisse tratar com o interior desses territórios, impedisse aos seus rivais de outros países europeus o acesso. Com esse propósito os portugueses fizeram fortes em uma série de pontos estratégicos. Além de ter as bases africanas as quais já nos referimos, abriram caminho para o noroeste, pelo Mar Vermelho, apoderando-se de Socotra, Ormuz e Adén. Na Índia tomaram e fortificaram a cidade de Goa, e no Ceilão fizeram o mesmo com Colombo. Pouco depois, sua presença em Malaca abria caminho para a China aos europeus ousados que chegaram mais tarde. Por último, na mesma China, Macau lhes servia como centro de comércio com essa enorme nação. Muitos desses lugares foram tomados pela força, e em outros, como Macau, os portugueses puderam estabelecer-se porque assim o desejavam as autoridades do país, que queriam traficar com eles. Porém ainda onde teve lugar uma conquista armada, o desejo dos lusitanos era estabelecer com os nativos uma relação pacífica, que permitisse as transações econômicas que desejavam realizar.

Em todos os lugares acima mencionados, e em outros para onde foi estendendo-se a influência portuguesa, logo houve sacerdotes e igrejas. E se conseguiram também alguns convertidos entre os habitantes nativos, especialmente na Índia, onde algumas das castas mais baixas viam na nova fé uma presença de libertação. Todavia a maioria dos portugueses se ocupava pouco com a conversão dos nativos, ou com sua própria fé.

São Francisco Xavier

Foi então que apareceram em cena os jesuítas, cuja ordem acabava de ser fundada. O rei João III de Portugal, a quem tinham chegado notícias dos ideais e do zelo da nova ordem, solicitou de Roma que seis jesuítas fossem enviados às suas colónias do Oriente. Loyola respondeu que somente contava com dois irmãos disponíveis, e finalmente decidiu-se que Francisco Xavier fosse um dos enviados. Este se dispôs a partir imediatamente, sem gastar mais tempo do que o necessário para remendar sua batina.

Imagem relacionadaO impacto dos jesuítas em Lisboa foi tal, que o rei quis retê-los em sua capital, e decidiu-se que um deles permaneceria ali, e o outro, Francisco Xavier, empreenderia a missão para o Oriente. Em abril de 1541, saiu de Lisboa o missionário, armado com o título de Núncio Apostólico para o Oriente.

Durante a travessia, Xavier deu mostras de seu zelo missionário, particularmente na ilha de Socotra, onde dedicou-se a evangelizar os nativos mediante sinais, pois não conhecia o idioma. Ao chegar em Goa, em maio de 1542, os costumes dos supostos cristãos do lugar o escandalizaram, e foi então que pela primeira vez utilizou um método que logo o faria ficar famoso. Saía com uma campainha pelas ruas, convidando as crianças a seguir-lhe. Levava-as, então, para a igreja, onde lhes explicava o catecismo e os ensinos morais da igreja, e as enviava a seus lares para que falassem aos seus pais aquilo que tinham ouvido. Desse modo, Xavier foi abrindo caminho pela cidade, Logo os adultos vieram a escutar suas pregações inflamadas. E a isso seguiram-se cenas de arrependimento, e renúncia aos prazeres, que recordavam os tempos de Savonarola em Florência.

Todavia não era para pregar aos portugueses que o missionário tinha ido para a Índia. Sua estada em Goa não era mais que um interlúdio enquanto se preparava para marchar para outras regiões. Próximo dali havia uma extensa zona, chamada de a Pescaria porque era rica em pérolas. Muitos dos nativos dessa região tinham se convertido, e logo tinham ficado abandonados, carentes de alguém que os guiasse na vida cristã. Os únicos cristãos aos quais viam eram os comerciantes de pérolas, que os visitavam de vez em quando, e cujo exemplo deixava muito a desejar.

Depois de cinco meses em Goa, preparando-se para continuar sua missão, Xavier foi até Pescaria, acompanhado de dois jovens clérigos que conheciam a língua da região. A princípio eram esses dois acompanhantes quem pregavam ou traduziam o que o jesuíta dizia. Porém Xavier tinha um surpreendente dom de línguas, e logo pode sair pelas aldeias com sua famosa campainha, chamando a todos para escutar seus ensinos.

Os convertidos eram milhares. De outras aldeias próximas vinham petições solicitando que o missionário fosse até elas. Diante da impossibilidade de responder a todas, Xavier adestrou alguns convertidos, que foram por toda a região pregando e batizando. Logo houve quarenta e cinco igrejas nas outras aldeias.

De Pescaria, Xavier passou à região de Travancore, onde o potentado que se chamava o Grande Monarca recebeu-o cortesmente. Quando, algum tempo depois, o exército de um território vizinho marchou contra Travancore, Xavier saiu ao seu encontro, armado somente de seu crucifixo, sua fé e sua voz de trovão, e os ameaçou com tal zelo e persuasão que fugiram apavorados. A partir de então, foram milhares os que se converteram.

Em outras regiões os potentados e os da casta sacerdotal perseguiram os cristãos, tanto por razões religiosas como porque viam neles agentes dos intrusos portugueses. O próprio Xavier foi atacado e ferido a flechadas, porém conseguiu sobreviver. Muitos hindus foram para o martírio com um gozo que recordava o dos cristãos do primeiro século. Contra os potentados que perseguiam os convertidos, Xavier tratou de empregar o poderio militar português. Porém os interesses comerciais se interpuseram, e a projetada invasão nunca ocorreu. Se bem que Xavier nunca tenha empunhado armas para sua própria defesa, também é certo que apelou a elas, ainda que sem êxito, para a defesa de outros cristãos.

Em 1546, depois de deixar com outras pessoas a responsabilidade da obra na Índia, embarcou para Malaca, onde aprendeu o idioma malayo, e de onde passou depois para as Molucas. Ali se inteirou de uma ilha cujos nativos, depois de abraçar o cristianismo tinham se tornado apóstatas e canibais. Para lá foi o valente missionário, e a primeira coisa que viu ao desembarcar foi um montão de nove cadáveres de portugueses, atirados pela praia. Porém apesar disso penetrou na ilha, fez contato com os nativos, e lhes falou com tal doçura, firmeza e inspiração que se arrependeram e lhe pediram que lhes enviasse quem os ajudasse a manterem-se na fé cristã.

Das Molucas, Xavier regressou a Malaca, e dali para Goa, onde devia atender a suas obrigações como núncio apostólico. Além do mais, desde algum tempo antes já havia estabelecido contato com alguns japoneses que lhe pediram que fosse a seu país, e antes de aceitar a esses pedidos, e assim distanciar-se ainda mais de sua base de operações em Goa, era necessário regressar a ela.

Finalmente, em 1549, pode partir para o Japão, acompanhado dos três japoneses que o haviam convidado, e de outros jesuítas. Naquele império insular esteve o missionário por mais de dois anos, e o número de convertidos, além da amável acolhida que recebeu, levaram-no a pensar que havia fincado as bases do que logo seria uma florescente igreja. Não podia imaginar que pouco depois de sua morte, por uma complexa série de razões, se desataria no país uma violenta perseguição que quase faria desaparecer sua obra. (De fato, a igreja japonesa pareceu ter sido completamente destruída, até que, três séculos mais tarde, outros missionários descobrissem que ainda restavam na região de Nagasaki uns cem mil cristãos, resultado da missão de Xavier e seus companheiros).

Do Japão, Xavier regressou a Malaca, onde recebeu notícias de que se havia criado uma nova província jesuíta, que compreendia todo o território ao oeste do Cabo da Boa Esperança, exceto a Etiópia, e que ele tinha sido nomeado superior dessa província. Visto que esse cargo deixava sobre seus ombros novas responsabilidades, o infatigável missionário teve que adiar por algum tempo o sonho dourado que abrigava em seu coração: pregar o evangelho na China.

Finalmente, em 1552, pode empreender sua anelada viagem. Antes de partir despediu-se de Goa, depois de escrever ao rei de Portugal: “O que nos enche de entusiasmo é que Deus mesmo tem inspirado em nós este pensamento … e que não duvidamos de seu poder, que sobrepuja infinitamente ao rei da China”. Entretanto não foi dado ao intrépido pregador penetrar nesse país. As autoridades o impediram, e ele viu-se obrigado a permanecer na ilha de Sanchón, às portas daquele vasto império, onde morreu.

Os métodos missionários de Xavier foram muitos e extremamente complexos. Exteriormente, o que quase sempre se via ele fazer era sair à rua com sua campainha, ganhar aos pequenos, e através deles a seus pais. Além do mais, seu dom de línguas era extraordinário, pois poucos meses depois de estar em algum país podia ensinar o catecismo e pregar no idioma da região. Seu zelo e caráter por vezes doce e fogoso lhe abriam portas e lhe permitiam fazer caso omisso de obstáculos e perigos que de outro modo talvez fossem insolúveis. Pouco depois de sua morte se contavam numerosos prodígios feitos por ele, ou pelos pregadores nativos que enviara às aldeias. Seu espírito de pobreza e de amor aos pobres e aos oprimidos, se pode manifestar repetidamente, e com isso ganhou o respeito de muita gente que odiava os comerciantes e os militares portugueses.

Porém, ao mesmo tempo temos que dizer que, carente de recursos humanos, e impulsionado sempre por seus desejos de pregar em novos lugares, muitas vezes Xavier fez pouco pela instrução religiosa dos convertidos. Houve dias em que, segundo ele mesmo conta, balizou a dez mil pessoas. Depois marchava a outros lugares, umas vezes deixando com outro clérigo a responsabilidade daquela missão, e outras vezes não, por não ter pessoal suficiente. Além do mais, mesmo que aprendesse os idiomas dos lugares em que visitava, não dava mostras de sentir verdadeiro respeito por sua cultura. Quando alguém era batizado, era lhe dado um nome “cristão”, isto é, português e lhe vestiam de roupas “cristãs”. Ao que parece, muitos dos convertidos de Xavier entendiam que ao batizarem-se haviam não só se tornado discípulos de Jesus Cristo, mas também súditos da coroa portuguesa. Tais métodos, que deram resultados nas regiões da América onde a presença europeia esmagou a cultura do país, criavam grandes dificuldades naquelas regiões da Ásia em que existiam civilizações muitíssimo mais antigas que a ocidental, e desse ponto de vista os europeus não eram mais que uns bárbaros que visitavam seus domínios.

A questão da acomodação

Tudo isso se apresentou com a chegada ao Oriente de uma nova geração de missionários jesuítas. Ainda que estes foram muitos, os dois mais notáveis foram Roberto de Nobili e Mateo Ricci. O primeiro trabalhou na Índia, e o segundo na China.

[Roberto de] Nobili era um jesuíta de origem italiana que, de modo semelhante ao de Xavier, passou ao Oriente com permissão das autoridades portuguesas. Praticamente toda sua carreira transcorreu na Índia, primeiro na Pescaria e depois na região de Madaura. Na Pescaria, Nobili se apercebeu que uma das razões pela qual aquelas pessoas estavam dispostas a converterem-se era que isso as livrava do lugar de inferioridade em que as colocava o sistema de castas hindu. Porém, ao mesmo tempo isso queria dizer que as castas superiores associavam a fé com os intocáveis e outras pessoas indesejáveis, e consequentemente não estavam dispostos a escutar os missionários. Nobili decidiu então seguir em Madaura um método diferente. Ele mesmo dizia que era de origem nobre da Itália, e que portanto em seu país de origem pertencia às classes mais elevadas. Vestia-se como os brâmanes e dedicou-se a estudar o sânscrito. Ao mesmo tempo que conservava seus votos monásticos, seguia também a dieta vegetariana dos hindus, e se fazia chamar pelo título honorífico de “mestre”. Além do mais, começou a dar passos para que se autorizasse a celebração da missa em sânscrito. Quando finalmente conseguiu alguns convertidos entre as castas superiores, determinou que em sua igreja somente poderiam entrar os que pertenciam a elas.

Desse modo Nobili esperava converter primeiro os poderosos e, através deles, tentaria a conversão do resto do país. Segundo ele, ainda que o sistema de castas fosse mau, tratava-se de uma questão cultural e não religiosa, e consequentemente os missionários não deveriam opor-se. Pelo contrário, era necessário respeitar a cultura dos hindus, e utilizar o sistema de castas para a pregação do evangelho. Naturalmente, o que deveria se perguntar é se no final de contas a justiça e o amor não são parte integrante do evangelho, e se este não se desviava quando, com o fim de ganhar mais adeptos, se negavam elementos tão essenciais de sua mensagem. Por isso, os métodos de Nobili criaram controvérsias, até que foram condenados por Roma no século XVIII.

Mateo Ricci seguiu na China uma política parecida com a de Nobili na Índia, se bem que não chegou a extremos. A China se mostrava hermeticamente fechada, pois não permitia a europeu algum penetrar nela. Pouco depois da morte de Xavier, um franciscano espanhol procedente das Filipinas declarou, depois de tentar pregar nesse país, que “com ou sem soldados, querer entrar na China é como tentar chegar a Lua“. Porém, apesar disso os jesuítas não abandonaram o sonho de Francisco Xavier. Compreendendo que a China era um país altamente civilizado, acostumado a tratar o resto do mundo como bárbaros, chegaram à conclusão de que o único modo de poder fazer algum impacto ali seria mediante o total conhecimento tanto do idioma como da cultura do país. Portanto, nas próprias fronteiras da China, um grupo de jesuítas se dedicou a tais estudos.

Pouco a pouco os chineses de Cantão foram se convencendo de que aqueles europeus, diferentemente de muitos outros aventureiros que vinham em busca de riquezas, eram dignos de estima. Finalmente, depois de uma longa série de gestões, lhes foi dado permissão para estabelecerem-se na capital provincial de Chaochín, porém não para viajar por outras regiões do país.

Dentro daquele pequeno grupo de missionários encontrava-se o italiano Mateo Ricci. Após unir-se à Sociedade de Jesus em 1571, e estudar em Portugal, foi enviado ao Oriente pelas autoridades desse país. Quando foi nomeado missionário para a China, Ricci dedicou-se assiduamente ao estudo de seu idioma e seus costumes. Logo se apercebeu de que entre os chineses se dava grande valor à erudição e, consequentemente, dedicou-se tanto a estudar a literatura chinesa como a dar a conhecer aos chineses algo de seus próprios conhecimentos de matemática, astronomia, e geografia. Pouco a pouco, foi-se tornando conhecido como um erudito. Seu mapa do mundo e os relógios que construía granjearam-lhe a admiração por muitas pessoas. Seu tratado Da Amizade, escrito em chinês segundo as normas da literatura chinesa, foi muito bem recebido. E logo circularam notícias sobre o “sábio do Ocidente”, e muitos chineses cultos acorriam para conversar com ele, e assim discutir sobre astronomia, filosofia, e religião. A corte imperial começou a interessar-se no autor do mapa que falava de mundos até então insuspeitáveis, e que explicava os movimentos dos corpos celestes segundo princípios matemáticos complicadíssimos, mas que pareciam corretos. Finalmente, em 1606, foi convidado à corte imperial de Pequim, onde o governo lhe deu facilidades para construir um grande observatório, e onde permaneceu, até sua morte, em 1615.

A estratégia de Ricci consistiu em penetrar na China sem tratar de ganhar grande número de convertidos, pois temia que de outro modo as autoridades o expulsassem do país. Repetidamente dizia a seus chefes que na China se ganhariam mais pessoas mediante a conversão privada que com a pregação aberta. Além do mais, nunca fêz construir uma igreja ou capela alguma. Seu púlpito era o salão onde ele e seus amigos se reuniam para estudar e conversar. Com sua morte, deixou um pequeno núcleo de convertidos, todos da classe mais alta da sociedade chinesa. Porém sua pregação não tinha penetrado nas demais classes sociais.

Depois da morte de Ricci, a autoridades chinesas seguiram nomeando outros jesuítas para que fossem seus astrônomos e relojoeiros oficiais. Pouco a pouco foi aumentando o número de convertido entre os chineses, e antes do final do século eram por volta de algumas centenas de milhares.

Semelhantemente, como no caso de Nobili, os métodos de Ricci deram lugar a longas disputas entre os católicos, ainda que o motivo não fosse as castas sociais, e sim a veneração aos antepassados e a Confúcio. Os jesuítas diziam que tal veneração não era senão um costume social, que mostrava o respeito para com os antepassados. Seus opositores, na maioria dominicanos e franciscanos, alegavam que era idolatria. Além do mais, entre ambos os partidos se discutia qual de dois termos chineses deveria se empregar para referir-se ao Deus cristão. Quando o imperador da China se inteirou de que a disputa havia chegado ao papa, mostrou-se ofendido de que alguém pudesse pensar que um bárbaro europeu, que nem sequer sabia uma palavra de chinês, fosse capaz de ensinar aos chineses como falar seu próprio idioma.

Porém o que não se discutiu no caso da China, e sim no caso da Índia, era se se pregava verdadeiramente o evangelho quando era apresentado de tal modo que não parecia incluir palavra alguma de juízo sobre as estruturas sociais existentes. Um cristianismo adaptado ao sistema de castas merece verdadeiramente o nome de tal? Essa pergunta, apresentada em tais termos na Índia, seria uma das perguntas fundamentais que os cristãos teriam de se fazer nos séculos vindouros.

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